Anote na Agenda (31/01/10)

TEATRO

Diário do Maldito
Com Teatro do Concreto
Horário: 20h
Local:Centro Cultural Martim Cererê.
Endereço: Rua 94-A, Setor Sul
Ingressos: Entrada Franca

Anote na Agenda (30/01/10)

TEATRO

Diário do Maldito
Com Teatro do Concreto
Horário: 19h e 21h
Local:Centro Cultural Martim Cererê.
Endereço: Rua 94-A, Setor Sul
Ingressos: Entrada Franca

Anote na Agenda (29/01/10)

TEATRO

Diário do Maldito
Com Teatro do Concreto
Horário: 21h
Local:Centro Cultural Martim Cererê.
Endereço: Rua 94-A, Setor Sul
Ingressos: Entrada Franca
Sinopse: "Diário do Maldito" foi criado a partir de improvisações a respeito da vida e obra do dramaturgo paulista Plínio Marcos e suas conexões com Brasília. No espetáculo, o público é recebido num bar onde conhece diversas histórias e personagens que descrevem a trajetória divertida e comovente de um poeta que sempre dedicou sua obra à denúncia social, mas que agora pensa em parar de criar. Inconformados com a situação, seus personagens invadem a cena para cobrá-lo.

Anote na Agenda (28/01/10)

TEATRO

Ruas Abertas
Com Teatro do Concreto
Horário: 12h
Local: no cruzamento da Avenida Goiás com Rua 3, Centro.
Ingressos: Entrada Franca

Inútil Canto e Inútil Pranto pelos Anjos Caídos (leitura dramática)
Com Teatro do Concreto
Horário: 20h
Local:Centro Cultural Martim Cererê.
Endereço: Rua 94-A, Setor Sul
Ingressos: Entrada Franca

Anote na Agenda (27/01/10)

TEATRO

Ruas Abertas
Com Teatro do Concreto
Horário: 18h
Local: no cruzamento da Avenida Tocantins com Avenida Anhanguera, Centro.
Ingressos: Franca


Criado em 2003, o Teatro do Concreto é integrado por artistas de diferentes cidades-satélites do Distrito Federal. Um princípio norteador do trabalho do grupo é a concepção de teatro como pesquisa coletiva de atores, dramaturgos, coreógrafo e encenador. Outras características da atuação da companhia são: criação a partir de improvisações, utilização de depoimentos pessoais dos criadores, criação de imagens poéticas e investigação de elementos do real, entre outros pontos.

Coco, uma mulher à frente de seu tempo



Estreia hoje (22 de janeiro), em Goiânia, “Coco antes de Chanel” (Coco avant Chanel, 2009). O filme conta a história de Gabrielle Chanel, ou Coco, como era carinhosamente chamada antes de virar a famosa estilista de moda que definiria o modo de vestir da mulher moderna.
Logo na infância Coco é abandonada juntamente com a irmã em um orfanato. Quando crescem ela e a irmã viram costureiras e cantoras de cabaré. Já na época ela mostra que é uma mulher independente e a frente do seu tempo. Quando o maior sonho que uma mulher podia ter era se casar, Coco (Audrey Tatou) diz a seguinte frase à irmã (Marie Gillain): “O melhor do amor é fazer amor. Pena que para isso precisemos de um homem”.
Muito do comportamento da protagonista se dá pelo fato de ter vivido em uma família em que o pai traia a mãe e depois da morte desta, ter sido abandonada em um orfanato. Ela não acredita que um príncipe encantado vá tirá-la da pobreza em que vive e vai muito além, quer por si mesma vencer na vida trabalhando e mostrar a que veio.
As coisas começam a mudar quando Coco conhece Etienne Balsan (Benoit Poelvoolde), um barão rico que mora perto de Paris. Ao se ver longe da irmã, que decide se casar, Coco se muda para a casa de Etienne com o pretexto de que passará apenas alguns dias.
E é na casa do barão que a jovem tem contato com a alta sociedade do local. Ela se impressiona com a extravagância das mulheres ao se vestir. Elas usam plumas, muitas rendas e jóias, vestidos com caldas compridas e espartilhos que dificultam até mesmo a respiração. Para a jovem, tudo isso era um exagero que não valorizava as formas e beleza da mulher.
Coco começa então a fazer chapéus e a costurar sua própria roupa. Com o tempo as amigas de Etienne passam a contratar Coco para se vestirem. E é assim que surge nela o desejo de ganhar a vida com alta-costura. Um absurdo para a época, já que esse era um universo exclusivamente masculino.
No começo da carreira ela teve a ajuda de Boy (Alessandro Nivola) um inglês por quem foi perdidamente apaixonada, mas que se casou com uma mulher rica. Mesmo assim, os dois não se distanciaram e continuaram a ter um caso.
O filme aponta os fatores principais para que Coco se tornasse Chanel. De órfã pobre a dona de um império. Audrey Toutou, com sua ótima interpretação, é capaz de nos passar a força dessa mulher de olhos curiosos, disposta a conquistar o mundo com seu trabalho.
Há uma cena interessante, quando Coco se despede de Etienne ao se mudar para Paris. Muitas vezes pensamos que pessoas como ela não tem medo, que simplesmente colocam uma ideia na cabeça e marcham. Mas Coco abraça o barão e lhe diz que está com medo. Mesmo assim, ela parte para o desconhecido.
“Coco antes de Chanel” não retrata toda a vida de Chanel, até mesmo porque o recorte escolhido é a jovem Coco, tudo aquilo que a levou a ser Chanel, mas é um filme muito interessante. Vale a pena assistir!

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Carga Horária: 366 horas/ aulas presenciais + monografia orientada.
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    Goiânia, Goiás, Brazil
    Jornalista por formação, especialista em Filosofia da Arte. Trabalho em TV, mas sempre ligada ao Jornalismo Cultural, com ênfase em Teatro e Cinema.

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